BIG BROTHER A REVOLUÇÃO

 

 

A TVI TEM MEMÓRIA

Teresa Guilherme é a apresentadora da próxima edição do Big Brother.

“O Big Brother faz anos em setembro. Que felicidade poder reviver e celebrar essa data que mudou a minha vida e a história da televisão em Portugal. Que bonito estar de volta!“, salienta a apresentadora com emoção.

A TVI mostra-se igualmente entusiasmada com este regresso, celebrando assim o formato de maior sucesso das últimas décadas em Portugal.

O regresso da Teresa coloca “um novo foco sobre o programa que será inovador na forma, mantendo a matriz de intervenção social que está hoje na base de um conteúdo tão transversal”.

Cláudio Ramos, apresentador da edição anterior começa agora a trabalhar no seu próximo projeto que será comunicado em breve.

A TVI agradece o seu empenho e os resultados alcançados nos últimos meses à frente do BB2020.

Setembro é já amanhã!

Jornalista João Fernando Ramos junta-se à equipa da TVI a partir de 1 de Setembro

 

 

A nova TVI que estamos a construir é um canal de televisão em aberto, uma Plataforma de conteúdos verdadeiramente nacional, inclusiva e capaz de unir os portugueses.

Afirmar a TVI nas diferentes regiões do país, estimulando a proximidade às pessoas, é uma das nossas missões.

Nesse sentido, a nova estrutura da TVI terá um responsável executivo pela nossa operação e expansão na região Norte do País.

O jornalista João Fernando Ramos, que nos últimos anos apresentou e coordenou o Jornal 2 na RTP2 e que foi considerado em 2019 um dos 10 jornalistas mais influentes, num estudo realizado pela Omnicom/Cision/UCP, vai coordenar a estratégia de implementação que visa dar ao Porto e ao Norte uma nova centralidade. Em articulação com o Diretor Geral, terá responsabilidades transversais, com o foco nas áreas de conteúdos.

Dou as boas-vindas e desejo o melhor ao João, que começa a trabalhar no próximo dia 1 de Setembro.

Diretor Geral da TVI

Nuno Santos

 

 

 

 

BIG BROTHER GRANDE FINAL

 

A TVI regressou ontem às vitórias e foi o canal mais visto, tanto no total dia (19,3% share), como no horário nobre (26,8% share).

 

Ontem o “Big Brother” liderou destacado do princípio ao fim da sua emissão, com uma audiência média de 1 milhão e 400 mil espectadores, para um share de 32,8% (vantagem de 52% em relação à SIC no mesmo horário).

O programa liderou dos 4 aos 74 anos, em todas as classes sociais e nos dois géneros.

No principal target comercial ABCD 15/54, o BB conseguiu que a distância fosse ainda maior, tendo obtido mais do dobro de quota neste alvo. A TVI fechou com uma quota de 32,5% contra 15,1% da SIC.

O pico máximo de consumo televisivo ontem foi na TVI às 22h49, com mais de um milhão e meio de espectadores no programa “Big Brother – Última Noite”.

Outro dos destaques da noite, vai para o “Big Brother – o Vencedor” com 27% share, que liderou ao longo de todo o seu horário de exibição.

Ontem, a TVI ocupa o lugar cimeiro do ranking de programas, ao colocar três programas nas primeiras posições.

 

Foram 13 semanas de BB, que apaixonaram os portugueses, com uma audiência média superior a 1 milhão de espectadores e uma quota de 26%.

  

NOTA: Tipo de Audiência Total Dia

Fonte: CAEM/GfK

TVI é o canal que mais cresce e alcança o melhor resultado desde junho 2019

A TVI foi o canal generalista que mais cresceu em relação ao mês anterior e fechou julho com um share de 15,5% (target universo), o seu melhor resultado desde junho de 2019. No horário nobre a TVI alcança um share de 18,4%.

Outro dos destaques do mês, vai para o target comercial ABCD 15/54 anos, com uma quota de 11,9%, que representa o melhor resultado desde maio de 2019.

O “Big Brother”, perto da sua reta final, reafirma-se como o programa preferido dos portugueses nas noites de domingo (1 milhão 115 mil espectadores e uma quota de 27,2%). De salientar a vantagem esmagadora (cerca de 50% em relação ao canal concorrente) da Gala do “Big Brother” no target comercial ABCD 15/54. A TVI disputa também a liderança nas noites de segunda a sexta-feira. Neste caso em particular a TVI quase que duplicou a sua quota na faixa. Das 18 às 20 horas, a TVI obtém também um crescimento considerável, acima dos 30%.

Na ficção, continua o bom desempenho da novela “Quer o Destino”, vista diariamente por 1 milhão e 100 mil espectadores (share de 22,2%). A reedição de “Espírito Indomável – A Série” também tem alcançado excelentes resultados, tendo sido vista em média por 685 mil espectadores.

Outro dos destaques do mês é o “Você na TV”, com um crescimento de 16% em relação ao mês anterior. O “Jornal da Uma”, foi o único bloco noticioso da hora do almoço a crescer, fechando o mês de julho com meio milhão de espectadores em média por dia.

O canal TVI Reality continua a revelar-se um dos preferidos dos portugueses. Se analisarmos apenas os canais do cabo, é o 3º canal do top. Foi também o 6º do ranking geral este mês, com 2,2% de share (audiência média diária de 50 mil espectadores). De referir que o canal está disponível em exclusivo na MEO e NOS.

 

NOTA: Tipo de Audiência Total Dia

Fonte: CAEM/GfK

Cidade FM faz emissão especial para a casa do Big Brother

 

 

 

Acção vai contar com uma actuação do grupo “I Love Baile Funk” e com uma hora e 45 minutos de animação numa emissão especial transmitida em exclusivo para dentro da Casa.

Mesmo quase a chegar ao final, o Big Brother 2020 vai receber a CIDADE FM para uma emissão muito especial transmitida em exclusivo para dentro da Casa mais famosa do país. Esta acção acontece já amanhã, dia 1 de agosto, e consiste numa simulação de uma emissão da rádio, apenas transmitida para dentro da casa do Big Brother e com a atuação do grupo “ I Love Baile Funk”.

Esta animação especial para os concorrentes que estão na Casa do Big Brother realiza-se entre as 18h15 e as 20h, com várias intervenções em direto na TVI, e dinâmicas com os concorrentes, para um final de tarde muito divertido dentro da Casa.

“Agradecemos à TVI a oportunidade para poder ativar a Cidade FM no BB2020, programa de referência na televisão portuguesa, que a Cidade decidiu apoiar desde a primeira hora. Para nós é muito importante poder estar presente num horário de prime time, que muito ajuda a reforçar o nosso posicionamento e a notoriedade da Cidade FM”, afirma o diretor da CIDADE FM, Manuel Cabral.

I LOVE BAILE FUNK

 Nos últimos anos, o funk piscou o olho e deu uma rebolada mainstream tornando-se num dos movimentos culturais com mais relevo na cultura pop da atualidade. Passou de música a forma de estar na vida, em Portugal pelo conceito I Love Baile Funk. A festa que junta as duas margens do Atlântico .

 Com o DJ André Henriques e o MC Gonçalo Roque ao leme, a última Summer Tour correu 14  cidades de Portugal Continental e Ilhas, somando em palco mais de 150 mil espectadores. Os lives durante a quarentena no Pijama Club da Cidadefm, tiveram mais de 445mil pessoas a dançar.

 O I Love Baile Funk é uma marca versátil. Além de show, tem um programa de rádio semanal na rádio Cidadefm intitulado Baile na Cidade.  Tem também temas originais e remisturas de música, como o #Sextou, com No Maka e Favela LaCroix

 

CIDADE FM

*só se quiseres

Lisboa (91.6 FM / 106.2 FM)

Porto (107.2 FM)

 

SITE: http://cidade.iol.pt/

Rádio Comercial estreia rubrica sobre o que a Europa anda a fazer pelos portugueses

 

O que é que a Europa anda a fazer para combater a pandemia? O que é que o Parlamento Europeu está a fazer para proteger os nossos empregos e empresas? O Parlamento Europeu já ajudou o nosso país no combate à Covid-19? Estas e muitas outras questões sobre várias áreas e temas têm agora resposta na Rádio Comercial, todos os sábados, às 11h, na rubrica “Estou sim? É da Europa?”.

A nova rubrica da Comercial, que tem início amanhã, 1 de agosto, surge a partir de dúvidas que foram aumentando com a situação causada pela pandemia e a resposta dada pela Europa mas vai muito além das questões relacionadas com a Covid-19. Vão ser 14 episódios de cerca de um minuto, emitidos todos os sábados até 31 de outubro.

“Estou sim? É da Europa?” é uma rubrica só com questões práticas para os cidadãos. Todos os sábados é lançada uma pergunta que, depois do noticiário das 11h, é respondida pelos jornalistas Nuno Castilho de Matos e Paulo Alexandre Santos, de forma simples, informal, e focada naquilo que interessa aos cidadãos.

A rubrica fica depois disponível no site para ser ouvida da mesma forma que um podcast.

Mais informação em Rádio Comercial.

COMUNICADO DO GRUPO MEDIA CAPITAL

A Media Capital tomou hoje conhecimento, através da comunicação social, da existência de uma carta enviada pela Impresa e pela SIC à Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC), pedindo para intervir no processo em que o Conselho Regulador está a analisar as mudanças na estrutura da TVI e deixando um conjunto de questões relacionadas com o novo acionista e com o CEO da Media Capital. A este propósito, cumpre-nos esclarecer o seguinte:

– A Media Capital não foi notificada da existência de qualquer procedimento administrativo desencadeado pelo Regulador, nem chamada a prestar qualquer esclarecimento. Não teve, por isso, oportunidade de se defender, em sede própria, dos ataques lançados indiscriminadamente na praça pública contra a TVI;

– O Grupo Media Capital e a TVI comunicaram à ERC, num rigoroso respeito pelos prazos legais, as alterações ocorridas tanto na estrutura acionista como nos órgãos sociais. Tendo cumprido a legislação aplicável ao setor da comunicação social, nomeadamente a Lei da Televisão, a Lei da Rádio e a Lei da Transparência, a Media Capital recorda que é livre de escolher as pessoas que desempenham funções no âmbito da gestão da sua atividade;

– Mesmo sem conhecer, em concreto, as questões suscitadas pela Impresa e pela SIC junto da ERC, a Media Capital sublinha que o referido Administrador Delegado desempenha aquelas funções no Grupo Media Capital e é Presidente da TVI em consonância com as regras da transparência da titularidade e da gestão, aplicáveis às entidades que prosseguem atividades de comunicação social. Acresce que nada impede que os administradores dos Media possam desempenhar ou acumular funções no âmbito de diferentes atividades. É o que tradicionalmente acontece com os outros Grupos de Media, sem qualquer manifestação por parte da ERC.

Por fim, a Media Capital regista que esta iniciativa não difere de outras levadas a cabo recentemente pelo Grupo Cofina, numa tentativa de instrumentalização da ERC e com o objetivo de lançar sobre o Grupo Media Capital suspeitas de irregularidades inexistentes. Neste caso concreto, recorrendo à construção de um artifício legal, o Grupo Impresa procura apenas atacar um concorrente direto na área da televisão, tudo isto numa altura em que a robustez e a sustentabilidade financeira dos Grupos de Media deviam ser a sua principal preocupação.

Queluz, 30 de julho de 2020

BB COM LIDERANÇA ABSOLUTA AO DOMINGO À NOITE

Ontem o BB liderou do princípio ao fim da sua emissão, com uma audiência média de 1 milhão e 113 mil espectadores e uma quota de 27,2%, vantagem de 42,5% em relação à SIC no mesmo horário.

No principal target comercial ABCD 15/54 o BB conseguiu que a distância ainda fosse maior, tendo obtido quase o dobro de quota neste alvo. A TVI fechou com uma quota de 27,1% contra 14% do seu concorrente direto.

O pico máximo de consumo televisivo ontem foi na TVI às 22h46, com uma audiência de 1 milhão e 315 mil indivíduos no programa Big Brother – O Confronto.

A TVI liderou no horário nobre de domingo, com uma quota de 22%, mais um ponto percentual que o seu principal concorrente.

Ontem, a TVI ocupou o lugar cimeiro do ranking de programas, ao colocar dois programas no primeiro e segundo lugares.

 

NOTA: Tipo de Audiência Total Dia

Fonte: CAEM/GfK

NOVA ESTRUTURA DA DIREÇÃO DE INFORMAÇÃO DA TVI

Está constituída a Equipa da Direção de Informação da TVI, com responsabilidades editoriais sobre o canal generalista, TVI 24 e plataformas digitais.

Diretor: Anselmo Crespo
Diretora-adjunta: Lurdes Baeta
Subdiretores: Joaquim Sousa Martins, Pedro Benevides, Pedro Mourinho

A Equipa iniciará os trabalhos no próximo dia 1 de Setembro. Até lá os membros atualmente em funções asseguram, na plenitude, as tarefas necessárias e preparam a transição.

Compete ao Diretor de Informação definir agora as estruturas intermédias e a organização da redação, bem como participar no processo de transformação em curso, com vista à reformulação da oferta da informação da TVI.

Os jornalistas José Alberto Carvalho e Pedro Pinto, dois dos principais rostos da informação da TVI, integram estes projetos com atribuições transversais.

A Informação da TVI manter-se-á distintiva e irreverente. E manterá a credibilidade que a caracteriza, sempre com o objetivo de manter uma relação de confiança com os cidadãos.

A Direção de Informação tem total autonomia editorial, de acordo com a Lei, mas também de acordo com as boas práticas do Grupo Media Capital.

ESCLARECIMENTOS SOBRE ALEGADOS SUBSÍDIOS DO ESTADO AOS ÓRGÃOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL

Na sequência de algumas notícias veiculadas a propósito dos eventuais subsídios que o Estado concedeu aos meios de comunicação social, e em particular aos meios do Grupo Media Capital, cumpre-nos esclarecer o seguinte:

Nunca existiu qualquer medida governamental que se traduzisse em subsidiar órgãos de comunicação social e a repetição reiterada desta insinuação feita nos últimos meses nunca fez dela uma verdade.

De acordo com Resolução do Conselho de Ministros, foi aprovada a alocação de verbas para aquisição antecipada de espaço para difusão de publicidade institucional, no âmbito da Pandemia COVID-19. No âmbito desta Resolução foram destinados a este fim 15 milhões de euros, dos quais 3,3 milhões corresponderiam aos meios do Grupo Media Capital que, depois de descontado o IVA a entregar ao Estado, resultariam num pagamento antecipado de aproximadamente 2,7 milhões de serviços a prestar pelos meios do Grupo.

A fundamentação política é boa de ver: o Covid colocou forte pressão na tesouraria das empresas destinatárias desta medida, algumas delas grandes empregadores num setor tão nevrálgico e de grande alcance na prestação de serviços de relevante interesse público. Pelo que, como em relação a tantas outras medidas, foi entendimento do Governo poder antecipar o pagamento de fundos por conta de serviços a serem prestados no futuro imediato.

Insiste-se: foi sempre um mero adiantamento de fundos para pagamento de serviços a virem a ser prestados e nunca um qualquer subsídio à atividade ou um financiamento a fundo perdido ou sem contrapartida certa.

Acontece que, até á presente data, ainda a Media Capital não recebeu qualquer montante.

Antes, tem prestado os serviços que os diversos organismos do Estado lhe encomendam, num valor que ascende atualmente a cerca de 600 mil euros e que vai aumentando à medida de novas encomendas que são dirigidas à Media Capital; tudo sem que tenha ainda existido qualquer contrapartida financeira.

Pelo que, o que seria um apoio à tesouraria da empresa, tem-se revelado como um constrangimento à tesouraria, dado que é a Media Capital que está a avançar com a prestação dos serviços sem o correspondente recebimento.

Daí que, seja com perplexidade e apreensão que vimos assistindo a notícias e insinuações que parecem querer contar uma versão fantasista de uma realidade que não existe, colocando um ónus de imagem e reputação nos órgãos de comunicação social que é imerecido, porque não verdadeiro.

Media Capital, 20.07.2020